Capoeira Cidadã celebra evolução, aprendizado e cultura em evento anual de batizado e troca de cordas

Por: Leidiane Sousa

Nos dias 11 e 12 de setembro, aconteceu o evento anual de Batizado e Troca de Cordas das turmas do projeto Capoeira Cidadã, desenvolvido pelo CDVDH/CB. Ao longo de dois dias de muita energia, aprendizado e celebração, mais de 90 crianças e adolescentes, participantes das turmas dos bairros Vila Ildemar, Bom Jardim e Capeloza, receberam suas novas graduações e vivenciaram mais uma importante etapa de sua trajetória na capoeira.

Aulão de capoeira na praça do pioneiro (foto: Thiago Santos e Alex Pereira)


Mais do que uma cerimônia de graduação, o evento foi um momento de troca, aprendizado, evolução, convivência e celebração da cultura. Cada corda recebida representa não apenas o avanço técnico na capoeira, mas também o compromisso, a dedicação e o caminho construído por cada participante ao longo das atividades.


A programação contou com momentos externos e internos. Na Praça do Pioneiro, foi realizado um grande aulão de capoeira, acompanhado de uma apresentação cultural do Dançarte, levando arte, movimento e cultura para o espaço público e aproximando a comunidade das atividades desenvolvidas pelo projeto.

Roda de capoeira de iniciação para batizado e troca de corda (foto: Thiago Santos e Lucas Chaves)


No Salão Cultural, aconteceu a programação principal de batizado e troca de cordas, reunindo participantes, familiares, educadores, capoeiristas e comunidade. O evento também contou com a presença de capoeiristas convidados de outras localidades, que contribuíram para enriquecer a experiência e tornar a celebração ainda mais especial. Ao todo, estima-se que mais de 150 pessoas tenham participado diretamente das atividades durante os dois dias de programação.


Realizado pelo CDVDH/CB, em parceria com o Raízes do Brasil, o evento reafirma a importância da capoeira como instrumento de formação, cultura, convivência e desenvolvimento de crianças e adolescentes, fortalecendo vínculos com a comunidade e valorizando uma expressão cultural que atravessa gerações.

“Defender a vida e a dignidade da pessoa humana e defender os direitos humanos, onde forem menos reconhecidos, com atenção privilegiada às pessoas mais empobrecidas, exploradas e oprimidas”.