“Defender a vida e a dignidade da pessoa humana e defender os direitos humanos, onde forem menos reconhecidos, com atenção privilegiada às pessoas mais empobrecidas, exploradas e oprimidas”.

Na história da luta contra o trabalho escravo no Brasil, uma de suas principais personagens é espanhola. Natural de Oviedo, Carmen Bascarán Collantes trocou uma vida confortável na Europa pela cidadezinha de Açailândia, no Maranhão, quando tinha 51 anos, em 1995. Ali, junto de um pequeno grupo da comunidade, fundou o Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos, que se tornou referência no combate ao Trabalho Análogo ao de pessoas escravizadas. Além de contribuir fortemente para desenvolvimento em vários setores da cidade de Açailândia, como cultural, social e de justiça. Por sua grande atuação o CDVDH como ficou conhecido com sua sigla adotou também seu nome ficando: Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos Carmen Bascarán.
Nascido em 18 de novembro de 1996, onde um grupo de pessoas da sociedade civil, ligadas a movimentos sociais, missionários leigos combonianos, do qual a época Carmen Bascarán fazia parte e mais outras pessoas indignadas com a dura realidade enfrentada em Açailândia-Ma, decidiram fundar um Centro de Direitos Humanos.
Assim surgiu o Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos Carmen Bascarán – CDVDH/CB, uma ONG sem fins lucrativos que atua há quase 30 anos no Estado do Maranhão na defesa e garantia dos Direitos e tem como principal bandeira de atuação o enfrentamento ao trabalho escravo contemporâneo.






Até 2025, o trabalho do CDVDH/CB se organizava em três frentes de trabalho: prevenção, repressão e inserção.
A partir de 2026, essa atuação está sendo reformulada em dois eixos.
Defesa dos Direitos Humanos e Garantia de Acesso à Justiça: Atendimento direto a comunidades e coletivos em situação de maior vulnerabilidade, assegurando acesso à justiça e resposta a violações de direitos.
Fortalecimento Comunitário para Transformação Social: Construção de alternativas socioeconômicas e políticas para o enfrentamento de violações de direitos humanos, por meio de:
“Defender a vida e a dignidade da pessoa humana e defender os direitos humanos, onde forem menos reconhecidos, com atenção privilegiada às pessoas mais empobrecidas, exploradas e oprimidas”.